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Há casas modulares à venda na Comporta por preços bastante atrativos

modularcasasO Cocoon Eco Design Lodges, um projeto edificado na Comporta, lançado em 2010 por uma empresa portuguesa, decidiu que como melhor solução face à atual conjuntura recessiva em que o país se encontra, baixar os valores destas casas modulares modernas de tipologia T1 e está agora a transacioná-las por 29.600 euros. Um investimento que pode ser reavido rapidamente se levarmos em conta que, tratando-se de um resort, estas casas podem ser arrendadas durante os períodos em que não estão a ser utilizadas.

As casas são lodges modulares de madeira, completamente sustentáveis e amigos do ambiente, mas cujo interior se encontra equipado como uma casa completamente normal com quarto, sala, cozinha e casa de banho. Para além disso, com um design contemporâneo, estas estruturas possuem amplas janelas abertas ao exterior e extensos decks, como se pode constatar, ao ler o comunicado produzido pela empresa. Para quem não está interessado no desconto, a empresa resolveu criar mais casas com tipologias T2 e T3, que na prática se tratam de vários módulos destas mesmas casas de madeira modulares aglomerados num só o que possibilita fazer a casa como se pretende.

Casas modulares: Crescem consoante as necessidades

Com a utilização deste tipo de construções modulares torna-se possível, por exemplo, uma família construir uma casa mais pequena numa primeira fase e ir depois adicionando módulos com o passar do tempo de forma a diminuir o investimento inicial. Por outro lado, se a família necessitar de recolocar a sua habitação por motivos de, por exemplo, mudança de emprego, também é possível sem se atingirem custos irrealistas.

É por isso já possível ter, nos dias de hoje, este tipo de casas modulares portugal. Casas flexíveis, que se adequam às nossas necessidades. Esta flexibilidade permite alterar e adaptar cores de paredes, disposição de fachadas e layout dos espaços interiores da casa sem ser necessária a intervenção de técnicos.

Turismo, sines e produtos locais são apostas do Alentejo litoral até 2020

O plano de desenvolvimento organizado por Augusto Mateus para a comunidade intermunicipal pretende valorizar os recursos naturais e humanos disponíveis, mas não desobriga à criação de acessibilidades como por exemplo a integração do comboio para Espanha.

sines

A evolução do Alentejo Litoral até 2020 vai passar, principalmente, pelo investimento na ótica do turismo e do aluguer autocarros também de turismo, na promoção deste destino de férias, no fortalecimento do pólo industrial em volta do porto de Sines e no aumento dos recursos locais humanos, fazendo a qualificação dos habitantes locais, com evidência para o azeite e o vinho.

Os três sustentáculos essenciais desta estratégia alentejana fazem parte do plano de desenvolvimento do Alentejo Litoral até 2020, preparado por Augusto Mateus para a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL), que inclui os municípios de Grândola, Odemira, Alcácer do Sal, Sines e Santiago do Cacém.

Embora as grandes prioridades incluídas no programa Portugal 2020, para cofinanciamento europeu de acordo com o novo Quadro Comunitário de Apoio (QCA) sejam a “competitividade e a internacionalização”, como fez questão de referir o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Dr. Castro Almeida, o plano estratégico não desobriga ao investimento nos acessos rodoviários e ferroviários, como por exemplo, a criação do comboio de Sines para Espanha, há muito reclamado.

A inexistência de capital investido no comboio de mercadorias foi sublinhada por vários autarcas e também pelo próprio presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).
O presidente da CIMAL, Vítor Proença, disse também que a comunicação ferroviária é “imprescindível” e que as ligações rodoviárias são igualmente decisivas para a celeridade, confiança e competitividade da região e facilitam o tabalho das empresas de autocarros de turismo que fazem chegar à cidade mais pessoas todos os dias.

No que toca à aposta no turismo, o responsável, Augusto Mateus, esclareceu que o plano de estratégia turística para o Alentejo litoral não é fazer uma Madeira Maior, mas sim difundir externamente, principalmente na Europa, um novo destino fabricado com a identidade local.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional afiançou ainda que o programa Portugal 2020 superou a fase de planeamento e chegou à fase de realização, antecipando o começo do concurso público para que as comunidades intermunicipais e áreas metropolitanas exponham as propostas (equivalentes a 75%) do total dos projetos dos seus planos de evolução e união.

Manuel Castro Almeida recordou que o novo QCA apresenta um financiamento de 21,5 mil milhões de euros para o Alentejo, num desenvolvimento de 27% comparativamente ao quadro comunitário que está a acabar.

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